Cristina Leonardo, advogada e ativista das chacinas de Acari, Candelária e Vigário Geral, morre no Rio
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Cristina Leonardo foi defensora dos direitos humanos e presidente de uma ONG Acervo TV Globo A advogada Cristina Leonardo, ativista e defensora dos direitos humanos, morreu nesta segunda-feira (20), no Rio de Janeiro. Ela tinha 68 anos e deixa um filho. Cristina foi coordenadora da ONG Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes e participou da defesa dos direitos dos sobreviventes de diversas chacinas no Rio, como Acari, em 1990; Candelária, em julho de 1993; e Vigário Geral, em agosto do mesmo ano. Em nota, a direção do hospital informou que Cristina Leonardo deu entrada na unidade no domingo (19) em estado grave, com histórico de insuficiência cardíaca e outras complicações: “Apesar de todos os esforços da equipe médica para reverter o quadro, um paciente infelizmente faleceu nesta segunda-feira (20).” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cristina Leonardo, em entrevista à TV Globo Acervo TV Globo Iracilda Toledo, que conheceu Cristina quando tinha acabado de perder o marido na chacina de Vigário Geral, se tornou presidente da associação de familiares das vítimas da matança, cometida por policiais militares. Ela relatou que desenvolveu com Cristina uma relação de profunda amizade e trabalho em conjunto na defesa dos direitos humanos: “Perdemos minha grande amiga, minha irmã. Uma advogada excepcional, não tem como explicar, expressando o que ela era para todos nós. Tudo que eu sei hoje eu agradeço à Cristina Leonardo”, afirmou Iracilda Toledo. O coronel reformado da Polícia Militar, Valmir Alves Brum, foi um dos responsáveis pela investigação interna da PM das chacinas de Acari, Candelária e de Vigário Geral. Ele disse que Cristina foi fundamental para a elucidação dos casos: “Foi primordial para que as polícias Civil e Militar conseguissem penetrar nas camadas mais humildes da população carioca, buscando confiabilidade e atuação, a fim de desvendar numerosos crimes. Ela trabalhou em prol das pessoas, buscando quebrar os ciclos da impunidade e da injustiça”, destacado. O velório de Cristina Leonardo será realizado nesta quarta-feira (22), no Cemitério do Caju. O corpo será cremado. Vítimas da Chacina de Vigário Geral Reprodução/ TV Globo Ato em memória das vítimas da Chacina da Candelária em 2023, quando crime completou 30 anos Reprodução/TV Globo Chacina da Candelária completa 30 anos; lembre-se do massacre Chacina de Acari: lembre-se do caso
Cristina Leonardo foi defensora dos direitos humanos e presidente de uma ONG Acervo TV Globo A advogada Cristina Leonardo, ativista e defensora dos direitos humanos, morreu nesta segunda-feira (20), no Rio de Janeiro. Ela tinha 68 anos e deixa um filho. Cristina foi coordenadora da ONG Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes e participou da defesa dos direitos dos sobreviventes de diversas chacinas no Rio, como Acari, em 1990; Candelária, em julho de 1993; e Vigário Geral, em agosto do mesmo ano. Em nota, a direção do hospital informou que Cristina Leonardo deu entrada na unidade no domingo (19) em estado grave, com histórico de insuficiência cardíaca e outras complicações: “Apesar de todos os esforços da equipe médica para reverter o quadro, um paciente infelizmente faleceu nesta segunda-feira (20).” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cristina Leonardo, em entrevista à TV Globo Acervo TV Globo Iracilda Toledo, que conheceu Cristina quando tinha acabado de perder o marido na chacina de Vigário Geral, se tornou presidente da associação de familiares das vítimas da matança, cometida por policiais militares. Ela relatou que desenvolveu com Cristina uma relação de profunda amizade e trabalho em conjunto na defesa dos direitos humanos: “Perdemos minha grande amiga, minha irmã. Uma advogada excepcional, não tem como explicar, expressando o que ela era para todos nós. Tudo que eu sei hoje eu agradeço à Cristina Leonardo”, afirmou Iracilda Toledo. O coronel reformado da Polícia Militar, Valmir Alves Brum, foi um dos responsáveis pela investigação interna da PM das chacinas de Acari, Candelária e de Vigário Geral. Ele disse que Cristina foi fundamental para a elucidação dos casos: “Foi primordial para que as polícias Civil e Militar conseguissem penetrar nas camadas mais humildes da população carioca, buscando confiabilidade e atuação, a fim de desvendar numerosos crimes. Ela trabalhou em prol das pessoas, buscando quebrar os ciclos da impunidade e da injustiça”, destacado. O velório de Cristina Leonardo será realizado nesta quarta-feira (22), no Cemitério do Caju. O corpo será cremado. Vítimas da Chacina de Vigário Geral Reprodução/ TV Globo Ato em memória das vítimas da Chacina da Candelária em 2023, quando crime completou 30 anos Reprodução/TV Globo Chacina da Candelária completa 30 anos; lembre-se do massacre Chacina de Acari: lembre-se do caso[/gpt3]











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