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Faraó dos Bitcoins foi condenado a 19 anos de prisão por chefiar organização criminosa e terá que voltar ao presídio federal

Redação Por Redação
8 de outubro de 2025
Em Notícias
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Faraó dos Bitcoins foi condenado a 19 anos de prisão por chefiar organização criminosa e terá que voltar ao presídio federal
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Faraó dos Bitcoins foi condenado a 19 anos de prisão por chefiar organização criminosa e terá que voltar ao presídio federal
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Faraó dos Bitcoins é condenado a 19 anos de prisão A Justiça do Rio condenou Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins, a 19 anos e 2 meses de prisão por crimes de organização criminosa e corrupção ativa. Já Daniel Aleixo Guimarães, o Dany Boy, apontado como braço-direito de Glaidson, foi condenado a 16 anos e 4 meses pelos mesmos crimes. As condenações foram no processo decorrente da Operação Novo Egito, realizada em dezembro de 2022 pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio. A sentença do juiz Nilson Luis Lacerda, da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Rio, foi publicada no dia 2 de outubro. Na sentença, o juiz determinou que Glaidson fosse reenviado a um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio. Glaidson, que estava na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, foi transferido de volta para o Rio no fim de setembro por ordem da Justiça Federal. Isso porque o juízo da 3ª Vara Criminal Federal do Rio determinou que ele participasse presencialmente de uma série de audiências, previstas para essa semana. No Rio, Glaidson está preso no presídio de segurança máxima Bangu 1, no Complexo de Gericinó, zona oeste da cidade. Investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) estimam que o esquema da GAS tenha movimentado R$ 38 bilhões em uma pirâmide financeira e Lesado centenas de investidores de criptomoedas. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Glaidson Acácio dos Santos Reprodução/TV Globo Organização criminosa Neste processo na Justiça estadual, Glaidson foi acusado de chefiar uma organização criminosa, vinculada às atividades da empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que atuava na Região dos Lagos para cometer crimes violentos, além de delitos de corrupção e ameaças. A GÁS promete lucros de 10% ao mês para as pessoas que investem o dinheiro com eles. Segundo a investigação do Gaeco, com o surgimento de empresas concorrentes nos segmentos de investimentos em criptoativos na Região dos Lagos que ofereciam retornos financeiros superiores ao da GAS, Glaidson, temendo a perda de investidores, determinou a criação de um grupo armado para assassinar desafetos que pudesse criar quaisquer obstáculos aos seus negócios, o que incluísse concorrentes concorrentes, influenciadores digitais e até mesmo jornalistas. De acordo com a denúncia, Glaidson prometeu altas quantias em dinheiro para planejamento e execução dos crimes. Para isso, ele usava empresas de fachada, inclusive em nome de terceiros, para movimentar os valores e utilizá-los como pagamento para seguranças, pistoleiros, locação de imóveis usados ​​para espionagem e monitoramento de vítimas, compra de veículos e contratação de detetives particulares. Já Daniel estava no segundo escalação da organização criminosa e, segundo o MP, junto com outros três acusados, eram subordinados apenas a Glaidson e eram responsáveis ​​por organizar as ações criminosas, como a contratação de pistoleiros e detetives, a compra de armas e o aluguel de carros. “O caráter empresarial da organização sob sua liderança fica patente na aplicação dos crimes: todos os alvos, sem exceção, eram concorrentes de sua empresa, a “GAS Consultoria”. Glaidson utilizou uma estrutura criminosa como um braço armado para garantir sua hegemonia de mercado, tratando a vida humana como um mero obstáculo a ser removido. Conforme amplamente demonstrado nos autos, as suas ordens para eliminar os seus concorrentes, bem como sua intenção de contratar uma equipe de ‘dez cabeças’ para fazer uma ‘limpeza em Cabo Frio’, revelam a transformação da organização em um verdadeiro grupo de extermínio a seu serviço”, destacou o juiz Nilson Lacerda, na sentença. Corrupção ativa A denúncia diz ainda que, em 2021, a organização criminosa chefiada por Glaidson pagou R$ 150 mil de propina a policiais da Delegacia de Defraudações para realizarem uma operação numa empresa concorrente da GAS, tendo Daniel atuado como intermediário direto junto aos agentes da Polícia Civil. A finalidade da operação foi fabricar uma investigação para manchar a confiança da empresa concorrente, consolidando o domínio de mercado da GAS. “As experiências telemáticas demonstram que Glaidson não apenas consentiu com o plano, mas a intenção, emitindo diretrizes claras a Daniel Aleixo para que este operacionalizasse o contato e a negociação com os policiais civis. Ele define o escopo da ‘operação’ a ​​ser comprada, incluindo a exigência de cobertura midiática para maximizar os danos reputacionais à concorrência, assim como atuosa na condição de provedor de recursos financeiros para o pagamento da vantagem indevida. As conversas interceptadas (…) confirmam que o valor de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) foi por ele autorizado e destinado ao pagamento da propina”, escreveu o juiz Nilson Lacerda, na sentença. No total, o Ministério Público do Rio denunciou 17 pessoas neste processo da Operação Novo Egito, mas devido aos desmembramentos, esta ação restaram apenas Glaidson e Daniel Aleixo como réu. Num dos processos desmembrados, a Justiça do Rio condenou, em dezembro do ano passado, os policiais civis acusados ​​de terem recebido propina de Glaidson. Outro lado A GloboNews está tentando contato com a defesa dos citados. Supremo Tribunal Federal negou o novo pedido de liberdade para o “Faraó dos Bitcoins”
Faraó dos Bitcoins é condenado a 19 anos de prisão A Justiça do Rio condenou Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins, a 19 anos e 2 meses de prisão por crimes de organização criminosa e corrupção ativa. Já Daniel Aleixo Guimarães, o Dany Boy, apontado como braço-direito de Glaidson, foi condenado a 16 anos e 4 meses pelos mesmos crimes. As condenações foram no processo decorrente da Operação Novo Egito, realizada em dezembro de 2022 pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio. A sentença do juiz Nilson Luis Lacerda, da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Rio, foi publicada no dia 2 de outubro. Na sentença, o juiz determinou que Glaidson fosse reenviado a um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio. Glaidson, que estava na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, foi transferido de volta para o Rio no fim de setembro por ordem da Justiça Federal. Isso porque o juízo da 3ª Vara Criminal Federal do Rio determinou que ele participasse presencialmente de uma série de audiências, previstas para essa semana. No Rio, Glaidson está preso no presídio de segurança máxima Bangu 1, no Complexo de Gericinó, zona oeste da cidade. Investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) estimam que o esquema da GAS tenha movimentado R$ 38 bilhões em uma pirâmide financeira e Lesado centenas de investidores de criptomoedas. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Glaidson Acácio dos Santos Reprodução/TV Globo Organização criminosa Neste processo na Justiça estadual, Glaidson foi acusado de chefiar uma organização criminosa, vinculada às atividades da empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que atuava na Região dos Lagos para cometer crimes violentos, além de delitos de corrupção e ameaças. A GÁS promete lucros de 10% ao mês para as pessoas que investem o dinheiro com eles. Segundo a investigação do Gaeco, com o surgimento de empresas concorrentes nos segmentos de investimentos em criptoativos na Região dos Lagos que ofereciam retornos financeiros superiores ao da GAS, Glaidson, temendo a perda de investidores, determinou a criação de um grupo armado para assassinar desafetos que pudesse criar quaisquer obstáculos aos seus negócios, o que incluísse concorrentes concorrentes, influenciadores digitais e até mesmo jornalistas. De acordo com a denúncia, Glaidson prometeu altas quantias em dinheiro para planejamento e execução dos crimes. Para isso, ele usava empresas de fachada, inclusive em nome de terceiros, para movimentar os valores e utilizá-los como pagamento para seguranças, pistoleiros, locação de imóveis usados ​​para espionagem e monitoramento de vítimas, compra de veículos e contratação de detetives particulares. Já Daniel estava no segundo escalação da organização criminosa e, segundo o MP, junto com outros três acusados, eram subordinados apenas a Glaidson e eram responsáveis ​​por organizar as ações criminosas, como a contratação de pistoleiros e detetives, a compra de armas e o aluguel de carros. “O caráter empresarial da organização sob sua liderança fica patente na aplicação dos crimes: todos os alvos, sem exceção, eram concorrentes de sua empresa, a “GAS Consultoria”. Glaidson utilizou uma estrutura criminosa como um braço armado para garantir sua hegemonia de mercado, tratando a vida humana como um mero obstáculo a ser removido. Conforme amplamente demonstrado nos autos, as suas ordens para eliminar os seus concorrentes, bem como sua intenção de contratar uma equipe de ‘dez cabeças’ para fazer uma ‘limpeza em Cabo Frio’, revelam a transformação da organização em um verdadeiro grupo de extermínio a seu serviço”, destacou o juiz Nilson Lacerda, na sentença. Corrupção ativa A denúncia diz ainda que, em 2021, a organização criminosa chefiada por Glaidson pagou R$ 150 mil de propina a policiais da Delegacia de Defraudações para realizarem uma operação numa empresa concorrente da GAS, tendo Daniel atuado como intermediário direto junto aos agentes da Polícia Civil. A finalidade da operação foi fabricar uma investigação para manchar a confiança da empresa concorrente, consolidando o domínio de mercado da GAS. “As experiências telemáticas demonstram que Glaidson não apenas consentiu com o plano, mas a intenção, emitindo diretrizes claras a Daniel Aleixo para que este operacionalizasse o contato e a negociação com os policiais civis. Ele define o escopo da ‘operação’ a ​​ser comprada, incluindo a exigência de cobertura midiática para maximizar os danos reputacionais à concorrência, assim como atuosa na condição de provedor de recursos financeiros para o pagamento da vantagem indevida. As conversas interceptadas (…) confirmam que o valor de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) foi por ele autorizado e destinado ao pagamento da propina”, escreveu o juiz Nilson Lacerda, na sentença. No total, o Ministério Público do Rio denunciou 17 pessoas neste processo da Operação Novo Egito, mas devido aos desmembramentos, esta ação restaram apenas Glaidson e Daniel Aleixo como réu. Num dos processos desmembrados, a Justiça do Rio condenou, em dezembro do ano passado, os policiais civis acusados ​​de terem recebido propina de Glaidson. Outro lado A GloboNews está tentando contato com a defesa dos citados. Supremo Tribunal Federal negou o novo pedido de liberdade para o “Faraó dos Bitcoins”[/gpt3]

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