Informe diário também mostra ocupação de leitos, casos descartados e recuperados da doença. Estrutura do coronavírus tem formato de coroa, conforme imagem de arquivo
Radoslav Zilinsky/Getty Images/Arquivo
O Boletim Diário desta quarta-feira (13) não registrou mortes em decorrência da Covid-19 em Divinópolis. Até o momento, o município tem 646 vítimas da doença.
A taxa de ocupação na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) é de 26,19% e no setor de enfermaria é de 32,43% – considerando saúde pública e suplementar.
Nesta divulgação, a somatória total de casos confirmados de coronavírus é de 21.382 desde o início da pandemia. No informe anterior eram 21.377 casos positivos. O número de pacientes internados na rede hospitalar do município está em 58, no boletim anterior eram 65 pessoas hospitalizadas.
Dados do Boletim Diário
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto – está com 10% dos leitos ocupados no CTI, com três dos 30 leitos ocupados. Na enfermaria, a ocupação é de 56,25%, com 18 de 32 leitos.
Área atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD) – opera com 50% de sua capacidade, com seis leitos ocupados entre os 12 no CTI Adulto. Na enfermaria, onze dos 20 leitos estão ocupados, representando 55%.
Hospital Santa Mônica – conta com dois leitos ocupados entre os cinco disponíveis no CTI Adulto, o que equivale a 40%.
Hospital São Judas Tadeu – há três leitos ocupados entre os cinco instalados na unidade, com 60%.
A área suplementar do CSSJD – conta com 20% de hospitalizados, com dois leitos entre os dez disponíveis na unidade.
O Hospital Santa Lúcia – opera com 40% de ocupação no CTI Adulto, com quatro pessoas internadas.
Ocupação de leitos
Mortes causadas pela Covid-19
Perfil das vítimas mortas pela Covid-19
Casos confirmados da Covid-19
Taxa de contágio
Casos descartados da Covid-19
Pacientes recuperados da Covid-19
Dados de hospitalizações em Divinópolis
Prefeitura de Divinópolis/Divulgação
Importância da vacina
Nenhuma vacina oferece proteção de 100% contra doenças, mas todas reduzem o risco de infecção, hospitalização e morte, principalmente depois da segunda dose.
É importante lembrar que vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Ainda assim, apesar de a probabilidade de infecção após a vacina ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é o risco de o imunizante falhar. Por isso a necessidade de vacinar o maior número de pessoas possíveis o quanto antes.
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